Revista Ensino Superior | WHEC 2022: o que o MIT tem de tão bom?  - Revista Ensino Superior
Personalizar preferências de consentimento

Utilizamos cookies para ajudar você a navegar com eficiência e executar certas funções. Você encontrará informações detalhadas sobre todos os cookies sob cada categoria de consentimento abaixo.

Os cookies que são classificados com a marcação “Necessário” são armazenados em seu navegador, pois são essenciais para possibilitar o uso de funcionalidades básicas do site.... 

Sempre ativo

Os cookies necessários são cruciais para as funções básicas do site e o site não funcionará como pretendido sem eles. Esses cookies não armazenam nenhum dado pessoalmente identificável.

Bem, cookies para exibir.

Cookies funcionais ajudam a executar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.

Bem, cookies para exibir.

Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre métricas o número de visitantes, taxa de rejeição, fonte de tráfego, etc.

Bem, cookies para exibir.

Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a oferecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.

Bem, cookies para exibir.

Os cookies de anúncios são usados para entregar aos visitantes anúncios personalizados com base nas páginas que visitaram antes e analisar a eficácia da campanha publicitária.

Bem, cookies para exibir.

NOTÍCIA

Gestão

WHEC 2022: o que o MIT tem de tão bom? 

Instituição é referência para muitas outras, inclusive de diferentes áreas. Acompanhe nossa cobertura exclusiva do WHEC 2022, na Espanha

Publicado em 20/05/2022

por Luciana Alvarez

MIT _reprodução Foto: reprodução

Por Luciana Alvarez, de Barcelona – Referência mundial em ensino de altíssima qualidade, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) serve de inspiração para outras instituições de ensino, mesmo as que atuam em áreas diferentes. Na visão da Anjali Sastry, que fez uma palestra na na Conferência de Educação Superior da Unesco 2022 (WHEC, na sigla em inglês), algumas das melhores coisas da instituição em que ensina são muito simples. Veja três delas: 

MIT Banana Lounge
Depósito cheio de bananas na instituição. Foto: reprodução/ twitter @MITBananaLounge

1. Lounge das bananas

Isso mesmo: o MIT tem uma sala em que qualquer estudante pode pegar uma banana e repor o potássio do seu corpo. Foi ideia de um grupo de estudantes, com uma verba que recebeu, comprar bananas e deixar à disposição em uma sala, aberta 24 horas por dia. O local acabou virando ponto de encontro informal e de descontração. Com o tempo, o espaço foi sendo decorado, ganhou sofás, estações com lego – e, claro, um fornecimento constante de bananas.

Leia: MIT se aproxima da América LUniversidade católica é referência global em energia limpa

“Os alunos começaram a construir modelos de predição de manas, controle do estoque de bananas, sobre o gosto, criaram uma conta do twitter. Tudo sobre a noção simples de um lugar em que se vai comer bananas, que construiu cultura e conexão”, disse.

2. Autonomia aos estudantes

Sim, foram os estudantes que criaram o lounge das bananas. Mas eles criam e organizam muitas outras iniciativas dentro da instituição. Anjali citou um hackathon (espécie de uma “maratona” coletiva de programação) que os estudantes fizeram para melhorar as bombas de tirar leite materno. “O MIT apenas cedeu o espaço. A proposta, a organização, tudo partiu deles. Talvez esse não fosse um problema que um professor propusesse, mas eles acharam relevante e fizeram”, conta. Para ele, os docentes precisam expandir os horizontes sobre o que consideram digno de ser pesquisado.

3. Proximidade entre alunos e professores

Quando era aluna do primeiro semestre do MIT, Anjali se aproximou de um professor e pediu para fazer pesquisa com ele. O professor aceitou e a partir daí passou a frequentar não apenas os espaços de formação, como sala e laboratórios, mas também espaços informais junto com professores e outros funcionários. Quando tornou-se ela mesma professora, fez projetos com estudantes na África e chegou a viver junto aos seus alunos por algum tempo. “Teve um dia, almoçando com um grupo de alunos, um estrangeiro contou que estava surpreso porque nunca tinha feito uma refeição com um professor antes”, conta ela, que considera essencial para a educação essa proximidade entre todos. 

Leia também

Apenas 5% dos brasileiros priorizam educação como mote de corridas eleitorais

Autor

Luciana Alvarez


Leia Gestão

Anec EAD

Anec apoia o novo marco regulatório do EAD

+ Mais Informações
EAD

MEC é criticado pelas mudanças no EAD

+ Mais Informações
RH

RH estratégico é desafio para IES

+ Mais Informações
Departamento de educação EUA

Caos no Departamento de Educação dos EUA

+ Mais Informações

Mapa do Site

Conteúdo acessível em Libras usando o VLibras Widget com opções dos Avatares Ícaro, Hosana ou Guga. Conteúdo acessível em Libras usando o VLibras Widget com opções dos Avatares Ícaro, Hosana ou Guga.