Revista Ensino Superior | Universidade exclusiva para economia criativa
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NOTÍCIA

Inovação

Universidade exclusiva para economia criativa

Com cursos 100% presenciais e um espaço com 13 mil m² preparados para educação, aceleração da economia criativa e mercado de conteúdo

Publicado em 06/03/2025

por Juliana Ligorio

Economia criativa Em 13 mil m², estão distribuídos mais de 100 cenários verticais e horizontais, 20 estúdios de diversos tamanhos e funções, auditórios e arenas para eventos (foto: divulgação)

A economia criativa ganhou cerca de 7,8 milhões de novos trabalhadores em 2023, segundo dados coletados pelo observatório da Fundação Itaú. A produção de conteúdo digital passou a ser demanda não só para influenciadores, mas também para empresas e profissionais liberais de diversas áreas, como médicos, dentistas, corretores e arquitetos. Hoje é natural que, ao ter indicação de um profissional, logo a pessoa procure as redes sociais para conhecer mais sobre o seu trabalho. Produzir conteúdo digital com qualidade, profissionalismo e de forma que impulsione os negócios ainda é um desafio para os profissionais.

Atento às necessidades do mercado profissional, as transformações aceleradas na comunicação e na educação, pesquisas mostram, por exemplo, que 75% dos jovens expressam o desejo em atuar na economia criativa. Fabio Duarte, cofundador da agência Califórnia com seu irmão, teve a ideia de “criar um local que seria a grande meca do creators economy aqui no Brasil”. Os irmãos foram em busca de parceria e chegaram à Ânima Educação que, segundo Duarte, entendia a evolução do mercado e a necessidade de ter algo revolucionário voltado para a economia criativa. Juntos, criaram a Community Creators Academy, uma universidade de creators economy que conta com diversos produtos e cursos para todo tipo de profissional, empresa e criador que querem acelerar suas carreiras a partir de produção de conteúdo.

 

Leia: Economia criativa é um caldeirão de potencialidades

 

Economia criativa

Bruno Duarte, cofundador da Agência California, Paula Harraca, presidente da Ânima Educação e Fabio Duarte, CEO da Community Creators Academy e cofundador da Agência California (foto: divulgação)

Duarte, que também é CEO da Community Creators Academy, conta que começaram oferecendo três cursos. Um para criador de conteúdo, que quer sair do modo de influencer e entrar no modo business, um segundo para profissionais liberais e um terceiro para executivos. No momento, os cursos são para criadores que já estão executando o seu trabalho no mercado e querem impulsionar suas carreiras como produtores de conteúdo. Duarte diz que futuramente terão outros cursos, entre eles um para iniciantes como criadores, pois acreditam na importância dos jovens passarem a ter conhecimento sobre economia criativa junto à formação acadêmica, independentemente da área que escolherem.

Para ingressar nos cursos, os candidatos passam por um processo seletivo a partir de março. Serão avaliados pontos como engajamento, audiência, histórico na internet, criatividade e conhecimento técnico na área. O início das aulas está previsto para o final de abril e as atividades serão 100% presenciais.

 

Leia: COP30 na agenda das IES

 

A universidade aposta na força do “figital” (experiências físicas potencializando o digital), pois acredita na importância da troca de experiência para o desenvolvimento dos alunos. Segundo Duarte, é importante estar junto em um lugar físico para se desenvolver e criar. Ele eplica que na Community Creator Academy a prática vai ser um grande diferencial da metodologia de ensino. “O aluno vai assistir palestras de creators de sucesso, profissionais que fazem o mercado acontecer, executivos das redes sociais, das plataformas, executivos das marcas parceiras e depois vão colocar em prática tudo o que estão aprendendo. Por exemplo, um executivo de uma grande marca passa um briefing para os alunos. E então eles aprendem marketing, marketing digital, branding, produção de conteúdo, diversas atividades para entregar os projetos para as marcas, que vão recompensando e acelerando os melhores alunos dentro do negócio.” Segundo ele, ética, saúde mental, direito autoral também serão temas abordados, porque é preciso elevar a régua do mercado e trazer cada vez mais profissionalismo e responsabilidade para o mercado de economia criativa.

O campus da Community Creator Academy fica na Vila Leopoldina, em São Paulo, e para a sua construção e toda a infraestrutura educacional e tecnológica a agência California junto à Ânima Educação investiram R$40 milhões. Em 13 mil m², estão distribuídos mais de 100 cenários verticais e horizontais, 20 estúdios de diversos tamanhos e funções, auditórios e arenas para eventos. 

 

MinC também investe na economia criativa

Em 2024, o Ministério da Cultura (MinC) iniciou o processo de construção da Política Nacional de Economia Criativa, denominada “Política Brasil Criativo”. Para este ano, está prevista a continuidade desse processo de elaboração, com a definição de programas, projetos, ações e metas que integrarão a política. Segundo a assessoria de imprensa do MinC, o trabalho está dividido em quatro eixos prioritários, com entregas previstas para o período de 2025/2026:

  1. Elaboração e instituição de marcos legais para a economia criativa, com foco na garantia de direitos para os trabalhadores da cultura e da economia criativa;
  2. Consolidação do “Programa Rouanet Territórios Criativos”, visando desenvolver e institucionalizar territórios criativos em todas as regiões do Brasil, com a meta de implementar pelo menos um território por região até 2026;
  3. Formação e qualificação profissional para os trabalhadores da cultura;
  4. Desenvolvimento de empreendimentos criativos por meio de mercados criativos e internacionalização da cultura brasileira.

 

Autor

Juliana Ligorio


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