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NOTÍCIA

Edição 269

Escala e tecnologia para crescer

Para Eduardo Parente, presidente do grupo Yduqs, o segredo da expansão está na pluralidade de um portfólio amplo

Publicado em 05/10/2022

por Mayara Figueiredo

Eduardo Parente_CEO da Yduqs_01 Presidente da Yduqs também atua em sala de aula como professor e aluno: atualmente cursa licenciatura EAD em matemática (Foto: divulgação)

Com mais de 1,2 milhão de alunos em cinco instituições brasileiras, a expansão das marcas da Yduqs se dá em parte organicamente e em parte por propaganda massiva – a exemplo da Estácio, que investe em nomes de peso (e nada modestos) entre os atuais influenciadores populares. Mas para Eduardo Parente, presidente do grupo, o segredo está na pluralidade de um portfólio amplo, voltado para todas as classes sociais. “Tem muita gente que foca os nichos com tickets mais elevados – e a gente até adota essa estratégia em algumas das nossas unidades de negócios como o Ibmec, entretanto, o crescimento potencial de verdade está na inclusão das classes C e D no ensino superior. Embora tenham sido mais afetadas durante a pandemia, as marcas da Yduqs voltadas para esse público têm potencial de crescimento muito maior, especialmente no EAD, mas também no presencial.” 

Leia: Novos concorrentes das IES miram tecnologia

No primeiro trimestre de 2022, a Yduqs teve uma captação recorde para seus parâmetros: mais de 250 mil alunos no total, sendo 100 mil no presencial. Estes 100 mil alunos representam para o grupo uma captação 30% maior que a de 2021, embora, segundo Parente, seja um número menor do que na era pré-pandemia. Ele lembra que, sem financiamento, os alunos passaram a pagar muito mais do próprio bolso. E para piorar, os bolsos ficaram mais apertados em função de crises econômicas em série, culminando em uma realidade bastante sentida no setor: a ociosidade de vagas. “Como consequência, ocorreu uma queda de preços acentuada, particularmente no presencial”, constata.

Presidente da Yduqs também atua em sala de aula como professor e aluno: atualmente cursa licenciatura EAD em matemática (Foto: divulgação)

Yduqs no mercado

A realidade da Yduqs conta com situações distintas: algumas de suas marcas trabalham com nichos de mercado. Outras, como a Estácio, operam no EAD e no presencial, com escala e muita tecnologia para, segundo Parente, oferecer preços compatíveis com o tamanho do bolso e da capacidade de pagamento do aluno, que é quem financia esse tipo de estudo. “Fazemos isso mantendo e aumentando, continuamente, a qualidade do nosso ensino”, diz. O NPS (Net Promoter Score), indicador de satisfação padrão do mercado, subiu 20 pontos na comparação com o período pré-pandemia. “Ou seja, estamos prestando um serviço que é reconhecidamente melhor do que há cerca de dois anos. A retenção manteve-se saudável.” 

No trimestre (abril-maio-junho) a Yduqs registrou uma queda de ticket médio de 6% no EAD: natural para um mercado bastante pulverizado. No ensino presencial, desconsiderando alguns efeitos contábeis, os tickets da graduação se mantiveram os mesmos com relação a 2021. “Se pusermos medicina nesse grupo, o ticket médio até sobe um pouco, uns 2%”, afirma o presidente do grupo. “Cada vez mais, a qualidade faz a diferença. Bons professores, boas metodologias, bom ensino digital, reputação das instituições. Tudo isso começa a aparecer para o mercado. E são fatores que obviamente protegem o ticket.”

“Outra pequena revolução”

Parente frisa que o foco da instituição é a educação superior. “O que não quer dizer que não possamos entrar, como temos feito, no campo da tecnologia aplicada à educação.” Refere-se às duas últimas aquisições do grupo: as edtechs Qconcursos e a Hardwork Medicina, que agora se unem à já existente EnsineMe. Qconcursos é especializada em tecnologia de avaliações, focada em exames e concursos, usa inteligência artificial e que o grupo pensa em integrar na graduação.

“Vai ser outra pequena revolução, mais um passo rumo à personalização do ensino. A filosofia para a pós-graduação está alinhada e em proximidade com o mercado. Tudo tem a participa-ção de empresas, executivos, empreendedores, desde a concepção até o conteúdo do dia a dia.”

Ao concluir, o CEO avalia que “o ritmo de atualização é brutal, novas profissões aparecem do nada, literalmente.Eosistema produtivo precisa de mais pessoas preparadas, criativas, com as competências emocionais. Na minha visão, já viramos essa página. Universidade e mercado de trabalho enriquecem um ao outro. Há aprendizado a ser retirado em qualquer parte do sistema”, acredita.


Eduardo Parente é engenheiro elétrico, formado pela PUC-Rio. Após cinco anos de formação, iniciou sua carreira como consultor na McKinsey, onde esteve por nove anos. Depois, foi executivo de diversas empresas, especialmente no setor de infraestrutura – ferrovias, mineração e portos. Teve também um período de atuação no governo federal. Atualmente na Yduqs como presidente há quase quatro anos, dá aula de gestão para calouros há três e pode dizer que a sala de aula mudou sua vida. Além de dar aulas, também cursa licenciatura EAD para ser professor de matemática.

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Autor

Mayara Figueiredo


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