O que explica o sucesso das redes de colaboração

Consórcios para fortalecer o ensino superior se sustentam há anos em países como os EUA

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Muitas instituições de ensino superior estão unindo forças para garantir sua sustentabilidade, compartilhar investimentos e se aperfeiçoar. Nos Estados Unidos há consórcios desse tipo há décadas, como o Five Colleges, criado em 1914. Eles se sustentam e têm dado certo graças ao compromisso de seus líderes, informa Fábio Reis, diretor de Inovação Acadêmica e Redes de Cooperação do Semesp.

Leia: Três dicas para fortalecer as redes de cooperação

Presente na Conferência Anual da Association for Collaborative Leadership (ACL), que tem o Semesp como único associado da América Latina e Caribe, o especialista conta que os dirigentes das instituições têm um elevado grau de comprometimento, contribuindo efetivamente com os grupos de trabalho. A governança é outro aspecto de destaque.

Além de terem funcionários dedicados exclusivamente ao consórcio, os reitores participam dos conselhos administrativos, investem em tempo de planejamento estratégico e possuem um calendário de reunião e ações. “Ficou evidente que, sem um plano de atuação, nossas Redes não conseguirão atingir resultados mais plausíveis e relevantes para cada uma das instituições. Sem um plano, haverá bons resultados, mas serão mais lentos e exigirão mais empenho”, comentou Reis ao se referir ao projeto Redes de Cooperação, criado pelo Semesp há três anos.

redes de colaboração ensino superior
Foto: Shutterstock

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