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Gestão

Uma mão lava a outra

Experiências trocadas nas redes de cooperação levam segurança aos gestores 

Publicado em 10/04/2023

por Gustavo Lima

Integrantes do G7 Integrantes do G7 reunidos na UNIFATEB (Foto: divulgação/UNIFATEB)

A reitora do Centro Universitário UNIFATEB, Paula Pontara, concedeu o título de membro benemérito para os demais gestores que fazem parte do G7 – grupo da Rede de Cooperação do Semesp. A IES, última a entrar para a rede, já colhe os frutos da integração que, segundo a reitora, transformou o andamento de sua gestão. “Me dá muita segurança”, diz.

Fundado há 23 anos, o Centro Universitário UNIFATEB coleciona feitos. Dentre eles, a transformação do nome FATEB para UNIFATEB em 2021. Foi também em 2021, no início do ano, que a instituição localizada em Telêmaco Borba, no Paraná, passou a fazer parte do G7. À Ensino Superior, Paula Pontara afirma que a possibilidade de compartilhar com colegas, além de consultar suas opiniões e vivências, lhe trouxe mais segurança. “Porque eles sabem aquilo que um líder vive atrás da mesa. Por muito tempo eu me senti muito sozinha e agora me sinto em uma verdadeira rede de apoio”, relata.

No último encontro presencial do G7, que marcou a ida dos gestores para Telêmaco Borba, a reitora organizou uma cerimônia em homenagem aos profissionais. “O título de membro benemérito, a eles concedido, é uma honraria que você presta para pessoas que agregam à sua instituição. Eu entendo que, intelectualmente, o G7 agregou muito para minha IES e para mim também”, explica. A reunião da rede também permitiu que Paula apresentasse seu modelo educacional aos colegas, bem como as instalações físicas da instituição.

 

Aprendizados da cooperação

 

Ruy Guérios, reitor do Centro Universitário Eniac e membro do G7, esteve presente na ocasião. Para Guérios, a experiência trouxe aprendizados. “A forma como a Paula e o time da UNIFATEB se envolvem com o instrumento de avaliação dos cursos do MEC é muito legal. Há uma democratização do projeto de curso que permite o envolvimento dos professores e do corpo administrativo. O projeto passa a ser de todos e não apenas do núcleo de professores que toca o curso”, conta. Ruy informa que, no dia seguinte, reuniu-se com a equipe multidisciplinar e acadêmica do Eniac para discutir como ampliar a democratização desse instrumento na IES.

É uma coisa que eu recomendo para outras IES e até para outros setores. As redes de cooperação são uma tendência mundial que, ao meu ver, funciona muito”, enfatiza.

Leia também: De novo, sobre redes de cooperação

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Gustavo Lima


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