Iniciação científica: o que os alunos pesquisam

Trabalhos inscritos na 19ª edição do Conic revelam a variedade de temas em discussão no ensino superior

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As crianças refugiadas que chegam ao Brasil desacompanhadas deveriam receber mais atenção das autoridades públicas, dos pesquisadores e da sociedade civil.

Em vez de serem adotadas por famílias brasileiras, algo que seria possível, elas ficam sob acolhimento estatal por um tempo excessivamente prolongado em função da burocracia que cercam as questões de adoção.

Essa é a conclusão de um trabalho de iniciação científica realizado no Centro Universitário do Vale do Ribeira (Unisepe), localizado em São Paulo.

O autor da pesquisa é Rodolfo Moreira Suyama, 26 anos, aluno do curso de Direito. Seu trabalho foi um dos 1.947 projetos aprovados para apresentação no 19º Conic, maior congresso de iniciação científica do Brasil. O evento está acontecendo em São Paulo, na Universidade Anhembi Morumbi, e revela a grande diversidade de temas em discussão no ensino superior.  

O mercado de trabalho para a comunidade LGBT

Everton de Oliveira Maciel, 26 anos, também está participando do Conic. Ele é aluno do curso de Administração da Faculdade Inesp, de Jacareí (SP), e apresentou um artigo sobre a inserção da comunidade LGBT no mercado de trabalho.

Com base em entrevistas feitas em campo, o jovem pesquisador apontou para a ausência de LGBT em cargos de liderança e para a necessidade de combater a homofobia. “O preconceito está nas pessoas, portanto, é preciso fazer um trabalho com os gestores, que não podem discriminar as pessoas pela orientação sexual”, afirmou.

O neuromarketing funciona

Já a pesquisa de Wellington Gomes, 21 anos, está centrada no neuromarketing. Aluno do curso de Administração da Centro Universitário de Santa Fé do Sul, cidade localizada na divisa de São Paulo com Mato Grosso do Sul, Gomes provou que o neuromarketing pode ser utilizado de forma estratégica para atrair consumidores.

Seu trabalho envolveu a realização de um teste com 117 consumidores, que foram convidados a identificar aromas conhecidos e a fazer associações com sentimentos e memórias.

“As marcas podem construir uma relação forte com seus consumidores a partir de um trabalho que envolva a exploração dos cinco sentidos”, concluiu.  

Leia também: Alunos da Mauá desenvolvem projetos voltados para acessibilidade

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