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A jornada de crescimento de uma IES

Conheça a trajetória da UniEVANGÉLICA: desde os primeiros passos, até tornar-se uma das maiores e mais bem-sucedidas instituições de ensino superior do Centro-Oeste

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Por Marcelo Daniel

Como uma instituição de ensino superior que nasceu de forma segmentada, para atender comunidades específicas, percorre uma jornada de avanços com o passar dos anos e se constitui como uma das maiores estruturas educacionais de todo o Centro-Oeste?

A resposta vem através da própria história do Centro Universitário de Anápolis (GO), a UniEVANGÉLICA, uma jornada onde a qualidade de ensino sempre esteve relacionada à busca contínua de melhoria em sua gestão, aliada à inovação.

“Ela foi criada como Associação Educativa Evangélica, em 1947, fundada por um grupo cristão para manter escolas rurais e urbanas em todos os níveis”, relembra o diretor administrativo, Lucio Boggian.

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Após mais de 70 anos, a instituição de ensino superior se aproxima de um novo desafio: se transformar em universidade.

Nas palavras do Reitor, Carlos Hassel Mendes, “com dois mestrados e um doutorado em andamento, o Centro Universitário, por decisão do Conselho Administrativo da Associação Educativa Evangélica, protocolou no Ministério da Educação (MEC) o processo de recredenciamento institucional com vistas à transformação da UniEVANGÉLICA em Universidade Evangélica de Anápolis”.

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UniEVANGÉLICA e seu crescimento

Histórico de evolução

Pouco mais de uma década após sua fundação, a unidade implementou a primeira faculdade, do curso de Filosofia. Nos anos 1990, recebe a denominação de Faculdades Integradas e passa reunir, além da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, a Faculdade de Direito de Anápolis, a Faculdade de Odontologia João Prudente e a Faculdade de Filosofia do Vale de São Patrício.

O credenciamento como centro universitário pelo MEC foi oficializado no ano de 2004, sendo o recredenciamento obtido em 2012.

Sua estrutura atual integra mais de 10 mil alunos, 80 laboratórios, 40 cursos, em uma engrenagem onde operam mais de 1,8 mil profissionais.

“É uma estrutura caracterizada pela qualidade e tradição, que tem como objetivo preparar estudantes para desenvolver liderança, pensamento crítico e se destacar em um mercado de trabalho inovador e competitivo”, pontua Boggian.

Atualmente, a UniEVANGÉLICA oferece vários cursos na modalidade EAD e, além disso, acaba de ter o mestrado em Ciências Farmacêuticas aprovado pelo MEC – informação que em breve será oficializada em publicação no Diário Oficial da União.

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Lições aprendidas

Com um alcance geográfico maior, em um universo de atuação completamente diferente daquele que existia na sua criação, nos anos 1940, a UniEVANGÉLICA precisou investir em gestão e em inovação tecnológica, adotando ferramentas de mercado que integram a comunidade acadêmica por meio de portais e aplicativos.

Isso possibilitou, por exemplo, a implementação de uma estrutura centralizada de serviços compartilhados para obter ganho de escala e melhorar a gestão do Centro Universitário.

“Nossos sistemas são todos integrados, isso permite o trabalho com cada unidade como se estivesse aqui ao lado”, explica o Diretor Administrativo.

Na visão do gestor, em um cenário altamente competitivo e qualificado, a informação passa a ter um impacto cada vez mais forte no dia a dia da operação.

“Ter as informações corretas em tempo hábil para a tomada de decisão é essencial”, explica, referindo-se aos dados e funcionalidades providos pelo Lyceum e outras plataformas em etapas como: captação, processo seletivo, loja (e-commerce); prevenção e controle de evasão; secretaria virtual; portais de alunos, docentes e coordenador; gestão acadêmica, administrativa e financeira.

“Todas as nossas unidades utilizam o sistema Lyceum e seus módulos, que são essenciais para nossos processos”, enfatiza.

Boggian ressalta o investimento da UniEVANGÉLICA nos processos, na capacitação dos profissionais de backoffice e, também, nos professores. “A utilização de tecnologia não é importante somente na gestão, mas a própria atividade de docência tem sido muito impactada pelo uso de tecnologia”, diz.

Inovação que vai além

A inovação presente na estrutura da UniEVANGÉLICA não está somente nas ferramentas de gestão – existem, ainda, outros temas, como a energia.

A instituição investe em um sólido projeto institucional de eficiência energética, com a construção, em sua sede, de uma das maiores usinas fotovoltaicas urbanas do país.

“A usina da UniEVANGÉLICA foi elaborada para suprir 80% da demanda por energia elétrica do campus de Anápolis”, relata o diretor Boggian.

Com início de geração no mês de agosto de 2019, integra no projeto, ainda, um laboratório de estudos de eficiência energética, para análises inéditas sobre a geração fotovoltaica na região. De acordo com as previsões da instituição, o projeto tem capacidade para uma produção nominal equivalente a 1.855 MWh, com economia em conta de luz de até R$ 1 milhão por ano.

“É um projeto inovador, não somente pela produção de energia, mas principalmente como um grande laboratório de pesquisa – já temos dois projetos de proporção regional em fase de aprovação, utilizando os recursos da usina e laboratório”, afirma.

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