Revista Ensino Superior | Taxa de inadimplência anual deve ser a maior em 15 anos - Revista Ensino Superior
Personalizar preferências de consentimento

Utilizamos cookies para ajudar você a navegar com eficiência e executar certas funções. Você encontrará informações detalhadas sobre todos os cookies sob cada categoria de consentimento abaixo.

Os cookies que são classificados com a marcação “Necessário” são armazenados em seu navegador, pois são essenciais para possibilitar o uso de funcionalidades básicas do site.... 

Sempre ativo

Os cookies necessários são cruciais para as funções básicas do site e o site não funcionará como pretendido sem eles. Esses cookies não armazenam nenhum dado pessoalmente identificável.

Bem, cookies para exibir.

Cookies funcionais ajudam a executar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.

Bem, cookies para exibir.

Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre métricas o número de visitantes, taxa de rejeição, fonte de tráfego, etc.

Bem, cookies para exibir.

Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a oferecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.

Bem, cookies para exibir.

Os cookies de anúncios são usados para entregar aos visitantes anúncios personalizados com base nas páginas que visitaram antes e analisar a eficácia da campanha publicitária.

Bem, cookies para exibir.

Notícias

Taxa de inadimplência anual deve ser a maior em 15 anos

A afirmação é do Semesp, que também revela o cenário de dívida e evasão mensal

Publicado em 29/06/2020

por Redação Ensino Superior

captacao-ensino-superior-2020 Foto: Shutterstock

A taxa de inadimplência anual deve atingir 11,3%, a maior desde 2006, aponta estudo do Instituto Semesp. Partindo de anos mais próximos, em 2013, por exemplo, o percentual chegou a 7,9%. Ano passado, foi de 9,5%. Outra informação que chama a atenção é a entrada de novos alunos.A captação presencial e EAD para o segundo semestre será muito menor, deve cair cerca de 70%, segundo pesquisas de interesse do Google”, revela Rodrigo Capelato, economista e diretor-executivo do Semesp.

Leia: Universidades precisam se reinventar e buscar inovações disruptivas

inadimplência ensino superior 2020
Foto: Shutterstock

O economista apresentou hoje, 29, dados da terceira etapa de uma pesquisa feita pelo Instituto Semesp sobre o cenário econômico das instituições de ensino com base em dados mensais. Entre as informações, a inadimplência em maio deste ano chegou a 23,9%, tendo um crescimento de 51,7% em comparação ao mesmo mês do ano passado, que foi de 15,8%. Contudo, em relação a este ano, o atraso na mensalidade de abril foi maior (26,3%) do que maio (23,9%).

Justificativas

Para Rodrigo, a diminuição da inadimplência em maio, ao comparada a abril de 2020, se deve a alguns fatores. “Muitos estudantes renegociaram suas dívidas. Pagaram, parcelaram, adiaram e, com isso, deixaram de ser inadimplentes. Outro ponto é que aquele primeiro momento, quando se deu a pandemia, foi um choque para todos. Uns esperaram alguma medida para a redução da mensalidade, outros aguardaram as ações das instituições para aí tomarem uma decisão – em alguns casos o ensino remoto mostrou que as aulas continuariam”, explica.

Leia: Com a pandemia, vão sobrar prédios de faculdades

Ao olhar apenas para o estado de São Paulo, a taxa de inadimplência entre o mês de maio de 2020 e o mesmo período do ano anterior cresceu 57,3%, percentual maior que o registrado no Brasil. Vale destacar que a pesquisa levou em conta inadimplências de 30 dias

Fechamento das matrículas

Já sobre a evasão, que aumentou 14,2% entre maio de 2019 e maio de 2020, segundo Capelato, a preocupação maior para o próximo semestre gira em torno dos alunos dos primeiros anos, uma vez que aqueles que estão prestes a se formar, de maneira geral, vão se esforçar para receber o diploma e não descartar a trajetória já percorrida. “Temos receio que essa evasão possa crescer na virada das rematrículas, contudo, não tenho dúvida que as instituições de ensino estarão muito abertas para renegociação”, diz o diretor-executivo.

Leia também:

Ensino híbrido também deve ganhar força na Alemanha

Olgária Matos: Temos de nos organizar para começar a viver de outro jeito

Autor

Redação Ensino Superior


Leia Notícias

pexels-thisisengineering-3861969

Inteligência artificial pede mão na massa

+ Mais Informações
pexels-george-milton-6953876

Mackenzie cria estratégia para comunicar a ciência

+ Mais Informações
Doc Araribá Unisagrado

Projeto do Unisagrado na Ti Araribá faz 26 anos e ganha documentário

+ Mais Informações
pexels-andrea-piacquadio-3808060

Mais de 100 IES foram certificadas com selo de incentivo à Iniciação...

+ Mais Informações

Mapa do Site

Conteúdo acessível em Libras usando o VLibras Widget com opções dos Avatares Ícaro, Hosana ou Guga. Conteúdo acessível em Libras usando o VLibras Widget com opções dos Avatares Ícaro, Hosana ou Guga.