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NOTÍCIA
Problemas financeiros e suspensão de aulas estão entre as principais causas, aponta pesquisa C6 Bank/Datafolha. Ensino superior sente mais; desistência é maior nas classes D e E
Publicado em 26/01/2021
A pandemia, como esperado, está tendo impacto no abandono escolar na educação básica e superior. 4 milhões, com idades entre 6 e 34 anos, deixaram de estudar ano passado. Em outras palavras, 8,4% é a taxa de desistência em 2020, sendo que 17,4% não pretendem voltar este ano. As informações são de uma pesquisa do C6 Bank/Datafolha, cujos dados foram coletados de 30 de novembro a 9 de dezembro. 1670 pessoas das redes pública e privada foram escutadas.
Leia: Com a pandemia, 423 mil alunos deixaram de ingressar ou evadiram do ensino superior
Segundo a pesquisa, o impacto da pandemia no abandono escolar foi maior no ensino superior: 16,3% deixaram de estudar. No ensino médio, essa foi a realidade de 10,8% dos entrevistados e no ensino fundamental, 4,6%.
A desistência se escancara entre as classes sociais mais baixas: 54% maior entre os alunos das classes D e E (10,6%) na comparação com estudantes das classes A e B (6,9%).
Problemas financeiros estão entre as principais causas dessas desistências em 2020. Dos que revelaram essas dificuldades, 19% ficaram sem condições de pagar a escola ou faculdade e 7% precisaram ajudar na renda familiar. Outros 22% justificaram o abandono por terem ficado sem aula e 20% relataram dificuldade com o ensino remoto.
A evasão escolar afeta diretamente a economia de um país, os índices de violência e até a expectativa de vida da população. Segundo pesquisa da Fundação Roberto Marinho, brasileiros com educação básica completa têm, em média, quatro anos a mais de vida do que quem abandonou os estudos. A mesma pesquisa revela ainda que, a cada jovem que abandona a escola, o país perde R$ 372 mil. Já a redução de um ponto percentual nos índices de evasão pode evitar cerca de 550 homicídios por ano.
“Vivemos uma crise de identidade e valor do ensino superior”
Para aumentar matrículas no ensino superior é preciso investir na infância