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4 usos do teste de proficiência em inglês para internacionalização do ensino superior

Saiba quais são os casos de uso mais comuns do teste de proficiência na jornada de internacionalização de uma universidade

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proficiência
Sair da universidade com conhecimentos técnicos da profissão escolhida, e também proficiente em inglês, é um grande ganho para os alunos
(Foto: Envato Elements)

Toda instituição que pensa em se inserir no contexto globalizado vai precisar desse instrumento que é o teste de proficiência. Isto é, se quiser garantir a eficiência dos seus programas e também os seus avanços.

1: Implementação do programa de internalização

Iniciar um programa de internacionalização em uma universidade requer o preparo de todo um ecossistema: por um lado, professores capacitados e aptos para lecionar no idioma; passando por um currículo e materiais adequados; chegando, então, no conhecimento linguístico necessário por parte dos alunos para absorver os ensinamentos e desempenhar as tarefas. E, para poder adequar tudo isso, o teste de proficiência é a porta de entrada.

É por meio dele que será possível ter um raio-x da sua população interna em termos de nível linguístico para, então, estabelecer o plano de ação que envolve traçar os objetivos futuros, a capacitação dos docentes, a adequação do currículo, a definição de como os alunos serão apoiados e também qual é o cronograma necessário

2: Admissão

Sua universidade já conta com um programa de internacionalização implementado? Então, o teste de proficiência é primordial no processo seletivo para garantir que os alunos aprovados tenham o conhecimento necessário para tirar máximo proveito das aulas e da cooperação com os outros estudantes, com os professores e com toda a comunidade, principalmente a internacional.

É isso o que fazem as universidades no exterior antes de admitir brasileiros ou pessoas de qualquer outra nacionalidade cujo inglês não é a língua materna. Contar com o apoio de uma ferramenta isenta e construída com base nos padrões internacionais garante uma avaliação objetiva e igualitária para todos, assim como fornece subsídios claros à instituição sobre quais tarefas aquela pessoa é capaz de desempenhar por meio do idioma.

Leia: Internacionalização: meios de instrução, suporte aos alunos e professores e knowledge economy

Isso contribui para garantir que o aluno tenha uma base sólida de domínio da língua para poder desempenhar suas atividades, assim como para que a universidade promova uma experiência educacional completa e diferenciada. E quando falamos em admissão, isso vale também para a contratação de novos professores, que precisam estar alinhados com a necessidade do currículo.

3: Alocação em disciplinas ou cursos complementares

Sair da universidade com conhecimentos técnicos da profissão escolhida, e também proficiente em inglês, é um grande ganho para os alunos em função das exigências do mercado de trabalho. E as instituições de ensino podem suportar esses futuros profissionais com cursos ou disciplinas complementares ao currículo escolhido, sejam elas de soft skills ou mesmo de língua inglesa, por exemplo.

E, novamente, o teste de proficiência em inglês pode ser usado nessa alocação de alunos em turmas específicas a partir dos seus conhecimentos. Ou ainda para estruturar esses programas complementares de forma que aqueles que possuem conhecimentos mais avançados possam auxiliar no desenvolvimento daqueles que demandam mais ensinamentos.

4: Medição do resultado do programa de internacionalização

Por fim, para medir o sucesso do programa de internacionalização e também garantir que todos os marcos foram atingidos é preciso fazer um balanço entre a situação inicial do grupo que deu início ao currículo e o conhecimento ao final do período de aulas e atividades. Por isso, aplicar o teste de proficiência nesses dois momentos é uma forma de comprovar, de forma prática e garantida, o caminho percorrido na evolução das habilidades linguísticas.

Com isso, é possível entender como está a eficiência de todos os dispositivos que fazem parte desse mecanismo – sejam eles pessoas, como os professores e os alunos, ou mesmo recursos, como materiais ou o programa de cada disciplina – para implementar as melhorias ou o próximo conjunto de ações.

Alberto Costa é senior assessment manager americas na Cambridge Assessment English

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