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Internacionalização: meios de instrução, suporte aos alunos e professores e knowledge economy

Os temas que se destacaram na coluna de Alberto Costa, especialista nesse processo dentro das instituições de ensino superior

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Já se tornou comum por aqui recapitular, ao início de cada ano, os temas que foram abordados na coluna a respeito de internacionalização do ensino superior, e dessa vez não seria diferente. Depois de passar por todos os pontos mais teóricos e iniciais a respeito do modelo de ensino, nós entramos em abordagens mais aprofundadas como suporte aos professores durante o processo de implementação, aos alunos, diferenças entre os meios de instrução, entre outros.

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Abaixo você pode conferir, clicando nos links dos tópicos, com mais detalhes, cada um desses materiais:

Internacionalização do ensino superior: qual é o suporte necessário aos professores para a implementação do projeto

O processo de internacionalização engloba mais do que só o aluno. Todos os níveis da instituição precisam estar envolvidos na hora da implementação e manutenção desse projeto. Sendo assim, os professores são outra parte crucial da sustentabilidade de um sistema de ensino internacionalizado.

Implementar a língua inglesa de maneira eficaz em um contexto de universidade implica o desenvolvimento profissional do corpo docente, tanto daqueles especializados em inglês como de especialistas em outras disciplinas que precisam e podem ser ensinadas por meio do idioma estrangeiro. E para que isso aconteça de forma organizada é necessário que haja todo tipo de suporte antes, durante e depois do projeto já implementado. Leia na íntegra aqui.

CLIL, EMI e PBL: as abordagens para o ensino superior internacionalizado

Quando uma instituição decide internacionalizar seu programa, ela deve se atentar a um ponto essencial dentre todas as mudanças que precisarão ser adotadas em relação à abordagem de ensino, ou seja, a forma como o conhecimento será passado dos professores para os alunos, tanto nacionais quanto internacionais. Ela é extremamente importante, pois é a origem para a promoção de conexões globais para a cooperação acadêmica internacional.

A decisão de qual será a abordagem usada faz parte da discussão sobre a implementação da política de idiomas e depende, geralmente, do departamento de internacionalização dentro da instituição de ensino superior (IES). E dentro desse contexto, existem três abordagens mais usadas atualmente: EMI PBL e CLIL. Todas elas podem ser entendidas na íntegra clicando aqui.

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Os caminhos para internacionalizar o ensino superior (foto: Freepik)

Como ajudar os estudantes durante o processo de internacionalização

A grande importância do apoio à população de estudantes vem do fato de que o inglês é necessário para se ambientar em um formato de ensino internacionalizado, mas, por inúmeros motivos, muitos alunos não ingressam nas instituições de ensino com um nível desejado para atuar com eficiência nesse formato de graduação. Também já discutimos a respeito do desnivelamento nas salas de aula aqui.

Várias frentes de atuação são possíveis então para tentar, da maneira mais eficiente possível, equilibrar os conhecimentos dos alunos em uma mesma sala de aula, para que tanto eles se sintam mais seguros na hora de aprender, quanto os professores consigam passar o conhecimento com mais facilidade e igualdade. Essas frentes podem ser conferidas clicando aqui.

A internacionalização como formadora de cidadãos globais e com knowledge economy

Em tradução livre, knowledge economy significa “economia do conhecimento” e diz respeito ao modelo de relações em que o principal componente da agregação de valor, produtividade e crescimento econômico é o conhecimento.

O mercado de trabalho, seja ele brasileiro ou estrangeiro, cada vez mais exige que seus profissionais sejam, acima de tudo, cidadãos formados não apenas de capacidade técnica na sua área e de informações sobre o seu país de origem, mas também de soft skills e conhecimento que permitam uma atuação relacionada à solução de problemas em colaboração com times diversos, por vezes de outras nacionalidades. Ou seja, estamos diante de uma nova demanda para o ensino superior — esfera da educação que mais se aproxima dos aspectos de empregabilidade: a formação de cidadãos globais e inseridos na knowledge economy. Leia mais a respeito desse tema nesta página.

EMI x EAP: o que é cada prática e como elas se distinguem

O English for Academic Purposes (EAP) em tradução livre significa Inglês para Fins Acadêmicos e refere-se ao idioma e práticas associados no ensino superior ao que os alunos precisam dominar para estudar ou trabalhar em inglês. No Brasil isso quer dizer frequentar uma instituição que possui ensino superior internacionalizado.

Já o English as a Medium of Instruction (EMI), como mencionado e aprofundado em textos anteriores, quer dizer Inglês como Meio de Instrução, que é basicamente se utilizar do idioma para transferir conhecimento de diferentes disciplinas, como ciências, matemática, geografia, engenharia, filosofia, dentre outras.

As duas abordagens são diferentes e em alguns casos podem se completar, o material pode ser encontrado na íntegra nesse link.

Os desafios que professores enfrentam na internacionalização

A implementação e sustentação da internacionalização de uma instituição é um desafio também para o corpo docente, fazendo com que hajam especificidades e peculiaridades não só para a universidade, como também para os professores.

Aqui você pode conferir e ler na íntegra a respeito de algumas delas.

*Aberto Costa é Senior Assessment Manager de Cambridge Assessment English, departamento da Universidade de Cambridge especializado em certificação internacional de língua inglesa e preparo de professores.

Leia também:

É preciso diversificar e modernizar o ensino de ciências

Como as universidades podem apoiar a internacionalização da carreira de pesquisador

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