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Falta de financiamento estudantil prejudica IES

Presidente da Câmara de Educação Superior do CNE, Joaquim José Soares Neto, aponta desafios e sugestões para o ensino superior se fortalecer no pós-pandemia

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O 2º episódio da série de webinares promovido pelo Semesp em parceria com o Consórcio Sthem, Cenário do ensino superior no mundo atual, aconteceu nesta terça-feira, 4, e contou com as reflexões e orientações do presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), Joaquim José Soares Neto. Ele falou sobre qual será o papel e os principais desafios das instituições privadas de ensino superior no Brasil no pós-pandemia.

Leia: Pandemia e educação: quais as transformações?

O presidente se diz otimista quanto à superação dos desafios do cenário atual e indica novas práticas de atuação das instituições de ensino para o futuro, trabalhando com sugestões a partir do que já é proposto na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), com destaque para missão e metas, financiamento estudantil, autoavaliação das instituições e exames como o Enade.

Desafios

financiamento estudantil
Joaquim Soares Neto (Foto: Foto Fabio Rodrigues PozzebomABr)

Para Soares Neto, entre os principais desafios a serem enfrentados pelas instituições está a continuidade de programas de financiamento estudantil como o Prouni e o Fies, dada as circunstâncias econômicas do país. Aqui ele aponta a importância dos programas não só para a vida das faculdades privadas, mas para o cumprimento de metas de formação superior e diminuição das desigualdades.

Além disso, também defende a regionalização das universidades no que tange à participação destas em resolução de problemas e de desenvolvimento social, tecnológico e ambiental do seu entorno (comunidade), quanto para o país como um todo. Soares Neto acredita que esse movimento atrai o olhar da sociedade para as instituições de ensino como também promove o interesse de financiamento público e privado do município para elas.

Outro ponto defendido foi a importância de exames como o Enade, mas de forma que ele seja interessante e motivador também para o aluno e não só para as instituições. Segundo Joaquim Soares, o estudante precisa realizar o exame não por medo de punições e sanções, mas com a consciência de que será importante para sua formação.

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