Ouro nas Olimpíadas, Ana Marcela Cunha fala em futuro com diploma

Campeã na maratona aquática em Tóquio recebeu certificado da graduação em educação física pela Unisanta, instituição que faz parte de sua vida e carreira

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Olimpíadas - Ana Marcela Cunha
A nadadora Ana Marcela Cunha: “Felicidade para mim é o mais importante” (foto: divulgação/Unisanta)

Poucos dias depois de desembarcar trazendo o primeiro ouro olímpico feminino do Brasil na maratona aquática, Ana Marcela Cunha concedeu coletiva de imprensa na Unisanta (Universidade Santa Cecília), sua segunda casa em Santos, litoral de São Paulo. Em meio a uma pergunta e outra, a nadadora foi surpreendida com a entrega de seu diploma de graduação em educação física e pôde comemorar mais uma conquista; dessa vez, ao lado dos pais que a assessoram, mas não puderam estar com ela nas Olimpíadas de Tóquio, em razão da pandemia.

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Fruto da educação integrada, Ana Marcela estudou no Colégio e na Universidade Santa Cecília, que tem forte apelo esportivo e possui destacada infraestrutura em diversas modalidades, à disposição dos alunos e da comunidade. E foi convidada para fazer parte da equipe de nadadoras da instituição, aos 15 anos, que atleta se mudou da Bahia para Santos e teve o aporte educacional e esportivo necessário para se desenvolver carreira, que para ela é indissociável da vida.

Quando questionada sobre quem é Ana Marcela Cunha na vida comum, fora das águas e do mundo do esporte, ela reticente solta a palavra “superação”, e procurando se definir, desiste, alegando que é muito difícil dizer, uma vez que nunca se imaginou fora do contexto esportivo. Mas o título de graduação agora permitirá novos vislumbres na carreira, já que o esporte tem prazo de validade. “Esse diploma é uma segurança para quando eu parar de nadar, para além da carreira de atleta. Mesmo eu sendo uma pessoa passo a passo, nesse quesito de educação e estrutura é importante pensar à frente”, diz.

Sonho realizado

Enquanto o dia de pensar em novas possibilidades ainda parece distante, a nadadora se prepara para as próximas competições mais visíveis no horizonte, pois o sonho não acaba após a conquista da maior meta de carreira até agora: a medalha de ouro nas olimpíadas.

Para a Unisanta, o título inédito conquistado pela atleta, é mais uma etapa vitoriosa na história da instituição que já viveu sensação semelhante em 2016, com a medalha de bronze de Poliana Okimoto, nas Olimpíadas do Rio; outra egressa da rede de ensino Santa Cecília. Ela e Ana Marcela foram adversárias de 2006 até 2017, quando formaram equipe para o Circuito Rei e Rainha do Mar. “As duas únicas duas medalhas da natação feminina brasileira pertencem a Santos e à Unisanta, o que para nós demonstra que estamos no caminho certo ao incentivar o esporte”, declara Marcelo Teixeira, presidente do Conselho da instituição e da Associação Santa Cecília de Esportes.

Depois do sonho do ouro realizado, Ana Marcela diz que para ela, o que conta é a família ser feliz. “Enquanto eu estiver feliz, nadando feliz, as coisas fluem. Felicidade para mim é o mais importante, então eu vou continuar feliz e trazendo felicidade”, conclui a atleta.

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