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TI não é mais um setor meramente técnico nas IES

A transformação digital na educação dependerá da assimilação dos outros departamentos da instituição com o TI e não o contrário

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TI
LGPD é questão transversal, que “afeta todas as áreas da instituição, desde o atendimento à gestão” diz Suzan Kelly (foto: Pexels)

“É fundamental o gerente de TI não se enxergar mais como técnico, mas como um gestor que investe sem tempo com desenvolvimento, validação das plataformas e se antevê aos imprevistos da área”, afirmou Marcelo Bardi, coordenador do grupo de trabalho de Indicadores e Governança de TI da MetaRed Brasil, no 3º encontro de universidades da organização. Em parceria com o Semesp, o evento aconteceu essa semana, em 5, 6 e 7 de outubro, com o objetivo de discutir o futuro e as boas práticas no que diz respeito à transformação digital na educação, tema central do encontro.

Leia: As tendências tecnológicas na educação

Alguns dos consensos entre os participantes de instituições do Brasil e outros países da América Latina, foram a necessidade de mudança de cultura e mindset, alertando para a necessidade de olhar para a tecnologia como um investimento; o que envolve reorganização da infraestrutura, exploração e descoberta de novos métodos, mas principalmente a capacitação dos colaboradores, inclusive de quem não tem contato direto com a área.

Nesse sentido, coube o debate sobre LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) questão transversal, que “afeta todas as áreas da instituição, desde o atendimento à gestão”, como ressaltou Suzan Kelly, coordenadora de DPO do Grupo Tiradentes e Ana Paula Bastos, DPO da Universidade São Francisco. Para Bastos, a proteção de dados é de responsabilidade de todos e uma via de mão dupla na qual a confiança e o entendimento sobre a importância e o direito à privacidade parte tanto de dentro quanto de fora da instituição, e onde tudo começa com comunicação eficiente e assertiva com todos.

LGPD, multas e Lei de Acesso à Transparência

Em contrapartida, este parece um ponto mais delicado nas universidades públicas. Ricardo Dahab, assessor da reitoria e coordenador da área de tecnologia da informação e comunicação da Unicamp, relembrou que privacidade não é um privilégio para os servidores públicos, uma vez que pela Lei de Acesso à Transparência, os salários com detalhamentos são divulgados pelo portal. “Por essas e outras questões como também a divergência de opiniões e debate de ideias comum ao ambiente, este é um ponto que precisamos pensar ainda a respeito”, disse.

O coordenador também questionou sobre as sanções impostas pela LGDB e a inflexibilidade diante dos erros que certamente muitos cometerão ao longo do processo de implementação. Para tanto, ele sugere que ao invés da aplicação direta de multas, haja fases de advertência conforme as faltas fossem identificadas, uma vez que “é evidente que não estamos preparados para isso, mesmo que perguntemos a um especialista, identificaremos pontos que ele mesmo ainda não conhece, pois ainda não vimos um caso para a dimensão dessa especialidade no Brasil. Estamos apenas na superfície”, concluiu.

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