Revista Ensino Superior | O ensino personalizado e novas modelagens formativas
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NOTÍCIA

Formação

O ensino personalizado e novas modelagens formativas

Jornadas flexíveis, intercursos, avaliação progressiva para o desenvolvimento de competências estão entre as estratégias para garantir o sucesso do aluno. 

Publicado em 27/01/2023

por Redação

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A pesquisa Tendências no Ensino Superior, realizada pelo Semesp, consórcio Sthem Brasil e revista Ensino Superior aponta que repensar currículos e modelagens formativas, a partir do uso da tecnologia, é o desafio das  IES este ano e para além dele. O objetivo mais imediato é  enfrentar o crescimento de cursos técnicos e profissionalizantes, criados a partir das demandas do mercado. Trilhas, intercursos e microcertificações digitais estão no cerne  dessa transformação. Para Cintia Inês Boll, pró-reitora de graduação da UFRGS, a aprendizagem móvel se fortalecerá, com a valorização dos conhecimentos compartilhados nos mais diversos ambientes digitais vividos pelo graduando.

Cintia Boll
Foto: arquivo/revista

“As IES serão mais flexíveis e conectadas e vão começar a oferecer trilhas de formação para os estudantes”, afirma Fernando Valenzuela Migoya, presidente da Global Edtech Impact Alliance. A partir de cursos híbridos de qualidade, em jornadas de formação mais flexíveis, o estudante poderá optar por conteúdos mais vinculados a seus objetivos de curto e longo prazo, opina Wagner Sanches, pró-reitor acadêmico da FIAP.

 “É essencial que a IES conheça as expectativas e necessidades de seus alunos e acompanhe sua dinâmica ao longo do tempo. É preciso elaborar planos que conduzam ao sucesso em cada etapa da jornada de formação, considerando experiências em sala de aula e toda a vivência na IES”, diz Carla Letícia Alvarenga Leite, pró-reitora da FAESA.

Especial ‘Tendências 2023’ | Fim da distinção entre modalidades. O que vem agora?

Rodrigo Capelato
Foto: arquivo/revista

A personalização do ensino vai se configurando. Para o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, a intensificação do uso da tecnologia no ensino superior ampliará a experiência dos estudantes e contribuirá com essa personalização, adequando o ensino às características de cada um. Para isso, afirma Joaquim Guerra, vice-reitor acadêmico e de inovação educacional do Instituto Tecnológico de Monterrey, “será de vital importância para as universidades garantir a governança adequada dos dados que são produzidos durante o processo de aprendizagem do aluno”. Esses dados podem ser convertidos na informação que garantirá a personalização.

As competências

Janes Fidelis Tomelin
Foto: arquivo/revista

“Muitos ainda estarão discutindo competências socioemocionais, mas estarão na vanguarda os que aprofundarem a visão sistêmica de formação integral das competências necessárias para egressos”, afirma Janes Fidelis Tomelin, vice-presidente acadêmico da Vitru Educação e reitor da Uniasselvi, acerca da formação de competências, outro tema inescapável em 2023, também vinculado à necessidade de novos modelos formativos. Para Carla Letícia, a formação de competências depende do estabelecimento de conexões e currículos, que também “estimulem a inovação e o empreendedorismo a fim de preparar profissionais capazes de pensar e agir estrategicamente e de responder aos desafios reais do mercado e da sociedade”.

Os processos avaliativos também influem na eficácia do desenvolvimento de  competências e precisam ser contínuos e formativos, de acordo com Ana Valéria S. A. Reis, especialista em metodologias ativas e membro do Grupo de ensino híbrido do Sthem Brasil.

A pesquisa Tendências no Ensino Superior ouviuvinte especialistas, entre reitores, gestores e pesquisadores do ensino superior, locais e internacionais. Cada especialista apontou cinco tendências para 2023.

 Conheça todas as previsões em:

Autor

Redação


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