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IA, reinvenção na sala de aula e novas regras para EAD. Veja o ranking dos artigos mais acessados pelos leitores da revista
Publicado em 30/12/2025
foto: Shutterstock
O ano de 2025 foi de grandes mudanças para o ensino superior brasileiro, com um novo cenário estabelecido a partir da publicação do novo marco regulatório para o EAD. Além das transformações, 2025 também marca os avanços da inteligência artificial, cada vez mais presente na vida de gestores, professores e estudantes. Essas foram algumas das pautas mais procuradas pelos leitores da revista. Conheça o ranking dos artigos artigos mais lidos do ano:
A Carteira Nacional Docente (CNDB) surge com a missão de facilitar a vida dos docentes, simplificando a comprovação de sua condição profissional em situações diversas. Além de servir como identificação funcional, o documento permitirá o acesso a benefícios culturais e sociais, tais como descontos em cinema, teatro e shows, além de vantagens adicionais que poderão ser negociadas pelo MEC em parceria com o setor privado, a exemplo de hospedagem, ferramentas de trabalho e linhas de crédito diferenciadas.
Saiba mais no artigo de Raquel Carmona: https://revistaensinosuperior.com.br/2025/09/16/docentes-tem-carteira-nacional-e-ies-precisam-se-adequar/
O ano de 2026 se aproxima como mais um ponto de inflexão para o ensino superior brasileiro. De um lado, um ambiente macroeconômico que sinaliza crescimento moderado, taxas de juros ainda elevadas e pressões fiscais persistentes. De outro, mudanças regulatórias de grande impacto — em especial no ensino a distância (EAD) e nos processos de avaliação. Para as IES, a equação financeira se torna mais complexa: captar novos alunos será mais difícil, reter estudantes exigirá investimentos crescentes em qualidade e tecnologia, e a adaptação às regras do Ministério da Educação imporá custos adicionais.
Em agosto, Jeferson Vinhas já antecipava alguns dos desafios para o próximo ano. Veja em https://revistaensinosuperior.com.br/2025/08/21/desafios-para-as-ies-em-2026/
O novo marco para o ensino a distância se apresenta como uma tentativa de correção de rota. Traz oportunidades para elevar o padrão da educação superior, especialmente na nova modalidade: o semipresencial – e os cursos a distância. Contudo, acende também um alerta importante: a possibilidade de recrudescimento do preconceito estrutural contra o EAD.
Em sua coluna, Thuinie Daros discorre sobre as novas regras: https://revistaensinosuperior.com.br/2025/05/22/ead-entre-a-promessa-da-qualidade-e-o-risco-do-preconceito/
Em tempos de salas cheias, alunos cada vez mais exigentes e emocionalmente fragilizados, a professora Adriana Alves Pereira Pinelli nos convida a pensar no cotidiano da docência como um exercício permanente de reinvenção. Com 33 anos de estrada — da zona rural ao ensino superior — ela compartilha como transformou a insegurança em movimento, a resistência em criatividade, e o cansaço em afeto. Conheça a trajetória da professora no Docência no divã.
Por Karina Tomelin: https://revistaensinosuperior.com.br/2025/05/30/ressignificar-e-verbo-docente/
Com o avanço das ferramentas de IA generativa, surge uma nova etapa: o professor como formador de cidadãos autônomos, reflexivos e capazes de lidar com a complexidade do mundo. A universidade seguirá tendo um papel relevante, não apenas como certificadora de saberes, mas como espaço de formação integral do indivíduo. A convivência, a troca de ideias e o desenvolvimento de soft skills continuam sendo dimensões humanas essenciais no processo educativo.
Leia mais na coluna de Marina Feferbaum: https://revistaensinosuperior.com.br/2025/06/03/ia-professor-gpt-o-desafio-da-educacao-superior/