Laboratórios virtuais: a tecnologia que está revolucionando o ensino superior

ALGETEC completa uma década de história transformando o dia a dia de alunos e instituições no Brasil e no exterior

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Prestes a completar uma década de história, a ALGETEC tem muito a comemorar. Fundada por dois professores, em meados de 2011, ela está no centro de uma revolução do ensino superior. Isso porque os laboratórios virtuais desenvolvidos pela empresa baiana estão transformando o dia a dia de faculdades e alunos no Brasil, na América Latina e nos Estados Unidos.

Os laboratórios virtuais são integrados a ambientes virtuais de aprendizagem (AVA ou LMS, na sigla em inglês) e desenvolvidos em parceria com os professores das instituições. Basta um link para acessá-los em qualquer local ou horário. É como um laboratório real onde os experimentos são replicados com alto grau de fidelidade em diversas áreas do conhecimento, especialmente nas engenharias e na saúde.

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laboratórios virtuais

Do ponto de vista pedagógico, uma das principais vantagens é que o aluno pode repetir o experimento individualmente quantas vezes for necessário. Tudo com a segurança de uma experiência digital alinhada aos projetos pedagógicos e às demandas do mercado de trabalho. Para as universidades, ainda há uma redução dos custos na aquisição e manutenção dos laboratórios físicos

No começo da pandemia do novo coronavírus, com as suspensões das aulas presenciais, a ALGETEC inclusive liberou de forma gratuita o acesso aos seus laboratórios virtuais. Mais de 60 instituições foram beneficiadas pela medida, alcançando 200 mil alunos.

Quando boa parte do ensino superior encontrou dificuldades para manter as atividades práticas, os clientes da ALGETEC tinham a solução em casa. A seguir, contamos as experiências de três delas.

Uninter: parceria para toda hora

No início de 2019, o coordenador de cursos da Uninter, Douglas Soares Agostinho, participava de um congresso quando conheceu a ALGETEC. Logo percebeu que tinha encontrado a solução dos seus problemas.

Na época, a Uninter trabalhava com laboratórios virtuais, mas o processo era complicado. Era preciso instalar um software no computador dos alunos, o que gerava imprevistos que dependiam de um suporte técnico lento.

Em novembro, a parceria com a ALGETEC estava fechada. Agostinho brinca que a mudança foi da “água para o vinho”. “Com a ALGETEC, o laboratório está dentro da nossa plataforma. Fornecemos um link para o aluno acessar automaticamente”, explica. Os problemas de acesso acabaram. Se necessário, a empresa faz alterações remotamente, o que agiliza o atendimento e garante que o aluno realizará o experimento.

Hoje, apenas na Escola Politécnica da Uninter, cerca de 15 mil alunos utilizam os laboratórios virtuais. “O professor pede um experimento e fornece alguns parâmetros, mas o alunos podem alterá-los por conta própria. É uma liberdade que estimula a criatividade e amplia a visão dos alunos em termos de laboratório”, ressalta Agostinho.

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ALGETEC laboratórios virtuais

Yduqs: solução em escala 

Uma metodologia com soluções tecnológicas pode funcionar para 50 alunos, mas talvez não seja a ideal para atender um grande número de alunos. Partindo desse princípio, o Grupo Yduqs (antiga Estácio) começou a investir em soluções de atividades laboratoriais para seus alunos utilizando recursos de laboratórios virtuais.

Em operação desde 2018, a primeira versão de laboratórios virtuais ainda continha limitações como ambiente com termos majoritariamente em inglês e atividades de laboratório só de física e química. Era preciso mais para atender ao segundo maior grupo educacional do Brasil. 

“Precisávamos de escalabilidade, robustez e capacidade de customização completa conforme requisitos e exigências dos projetos pedagógicos dos cursos. Além disso, buscávamos integração simples e rápida com nossos sistemas acadêmicos, uma adequação total aos aspectos regulatórios do MEC e às diretrizes curriculares nacionais respectivas. Outro ponto foi o atendimento aos pressupostos integrais do ensino profissional com ganho de qualidade efetivo e perceptível no aprendizado do aluno em comparação com as atividades práticas realizadas em laboratórios presenciais”, explica o coordenador de cursos da área de exatas (engenharias e TI) das operações digitais do Grupo Yduqs, Geraldo Gurgel.

ALGETEC LMS

Para dar conta do recado, a ALGETEC entrou na jogada. “Logo que iniciamos as conversas com a ALGETEC, percebemos que as ideias convergiam para as nossas necessidades e poderiam se adequar a nossa metodologia.” 

Em operação desde o início do segundo semestre de 2019, os laboratórios virtuais têm apresentado resultados que não poderiam ser melhores: baixíssimo índice de reclamações de help desk, os ganhos de aprendizagem são evidentes e todos os dados sobre a jornada dos alunos estão disponíveis e ao alcance da instituição. “O laboratório virtual é um acelerador do conhecimento. Traz para o mundo acadêmico a dinâmica do mundo digital que o mercado de trabalho definitivamente já abraçou”, completa Gurgel.

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Uniasselvi: possibilidades infinitas

Quando decidiu ofertar cursos de engenharia, em 2019, a Uniasselvi percebeu que laboratórios físicos eram caros e pouco adequados à educação a distância (EAD). “Buscamos uma empresa capaz de trazer a experiência das práticas virtuais de maneira super realística. Com a ALGETEC, as possibilidades se tornaram infinitas”, afirma a coordenadora de cursos da instituição, Carla Simone Grassmann. 

Grassmann cita a expansão do uso dos laboratórios virtuais para ilustrar como as portas se abriram com a tecnologia. Inicialmente, eles atendiam seis cursos da engenharia. Em 2020, passaram a contemplar mais de 20 cursos, incluindo a área da saúde e graduações como agronomia e música. A expectativa da Uniasselvi é beneficiar mais de 40 mil alunos até o segundo semestre de 2021.

Além da redução de custos para a instituição, os laboratórios virtuais fidelizaram e aumentaram o engajamento dos alunos. Veio a pandemia, as práticas não pararam e, de uma vez por todas, a tecnologia entrou no centro de uma revolução educacional. “Os laboratórios virtuais são fundamentais na reconstrução do ensino no mundo todo. É uma quebra de paradigmas”, destaca Grassmann.

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