Em SP, liberação de atividades práticas em cursos de área da saúde atinge 0,5 da população

Decisão do governo dialoga com entidades que defendem a necessidade de os estudantes realizarem aulas práticas para conseguirem se formar

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O governo de São Paulo anunciou ontem, 13, a retomada gradual das aulas presenciais práticas e laboratoriais de cursos superiores e técnicos da área da saúde, bem como o estágio curricular obrigatório e internato dos cursos de Medicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Odontologia. A liberação vale para cidades que estejam há pelo menos 14 dias na fase 3 (amarela) do Plano SP e as instituições poderão retomar com 35% do número de alunos matriculados.

Leia: Como podemos retomar as aulas presenciais

A decisão foi feita pela equipe do governo compreender que nem todas as atividades, principalmente na área da saúde, podem ser feitas a distância, podendo prejudicar, inclusive, a sociedade com a falta de profissionais em tempo hábil – uma vez que muitos estudantes dependem dessas práticas para a conclusão do curso.

A liberação de atividades engloba um pequeno grupo

liberação de atividades
A liberação de atividades também evitar a falta de profissionais da saúde em um futuro próximo (foto: Shutterstock)

A saber, o Semesp, entidade que representa as instituições de ensino privadas, aprovou a decisão e destaca que o número de estudantes que se incluem nessa reabertura diz respeito a apenas uma pequena fração.

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“O total de alunos matriculados em cursos que demandam aulas práticas e laboratoriais é de apenas 593 mil, o que representa apenas 4,5% do total de alunos de todas as etapas escolares das redes pública e privada. Além disso, em média, a carga de aulas práticas e laboratoriais representa aproximadamente 30% da carga horária total do curso. Ou seja, do total de 593 mil alunos matriculados nesses cursos, apenas 180 mil participariam dessas atividades, representando somente 1,4% do total de alunos de todas as etapas escolares das redes pública e privada (13,3 milhões), ou apenas 0,5% da população do estado de São Paulo”, afirma Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp.

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