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Universidades chinesas medirão a temperatura dos alunos na entrada

Diretor da Lingnan University, em Hong Kong, revela como estão se preparando para receber os estudantes

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A temperatura dos alunos será medida nas entradas das universidades chinesas, ressaltou o professor e diretor da Lingnan University, localizada em Hong Kong, China, Joshua Mok Ka-Ho. Com o distanciamento social ficando cada vez mais flexível no país asiático, essa será uma das maneiras de evitar a proliferação do vírus. Joshua contou ainda que as turmas terão que ser reduzidas para cada carteira respeitar a distância de pelo menos um metro e claro, todos terão de usar máscaras e álcool gel. O foco principal será em não criar aglomeração.

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Joshua Mok Ka-Ho (foto: Lingnan University)

Sendo Hong Kong uma cidade marcada por estrangeiros, a Lingnan University fez uma pesquisa virtual com cerca de 600 estudantes de diferentes cantos do mundo, como África, América do Sul e Norte tendo, na maioria, 26 anos. O resultado mostra que os universitários estão sentindo falta das aulas presenciais – impossibilitadas devido ano novo coronavírus. Tanto que 83% esperam voltar logo à instituição de ensino.

“Muitos universitários compartilham conosco que a aula online é muito boa, mas preferem o cara a cara. Interação com os colegas e professores. No futuro, o nosso principal objetivo será montar um formato de ensino que abranja diferentes caminhos, pois se um estudante tem uma necessidade de aprendizagem diversa precisamos nos adaptar a isso”, afirmou Joshua Mok Ka-Ho.

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Com a pandemia gerando crise em todos os setores sociais, Lingnan University criou um programa para conectar seus estudantes com o mercado. “A ideia é ajudar o universitário em sua carreira conseguindo, por exemplo, um estágio. Trabalhamos com líderes das comunidades e de diversos setores para apoiar. Também temos algumas bolsas de estudos para alunos que possuem dificuldade”, contou o diretor chinês.

Desigualdade fora das universidades chinesas

Vale ressaltar que mesmo a China sendo uma das maiores potências mundiais, o acesso à tecnologia ainda não abrange toda o país. Joshua contou que em regiões pobres e afastadas das cidades, principalmente nas montanhas, não é toda casa que tem internet e aparelho eletrônico para ter aula online, sendo assim alguns professores se mobilizaram para emprestar equipamentos e, em alguns casos, o governo conseguiu expandir o acesso à internet.

Joshua Mok Ka-Ho participou ontem, 15, de um webinar com tradução simultânea realizadovbpelo Semesp em parceria com o Consórcio STHEM Brasil.

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