Redes de cooperação, já pegou

Luiz Curi é autor de uma comissão no Conselho Nacional de Educação que visa apoiar a cooperação entre instituições de ensino

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O projeto redes de cooperação do ensino superior, coordenado pelo Semesp, completa cinco anos de existência e hoje são 13 redes que envolvem 75 instituições de ensino superior, juntas representando 2.497.748 estudantes. O objetivo é proporcionar aprendizagem institucional por meio de troca de informações e experiências estratégicas e também incentivar ações para reduzir custos acadêmicos e administrativos.

Em dezembro de 2020, pesquisa com os participantes mostrou que a satisfação com o projeto está em 93%, com o relato de que há benefícios tangíveis e intangíveis. Em 2017 e 2018, chegou-se a uma economia de mais de 1,1 milhão de reais. Também ano passado, foram iniciadas as primeiras experiências com compras coletivas de laboratórios virtuais, livros e chips para celulares com o objetivo de ampliar o acesso dos estudantes às aulas.

Leia: O futuro das instituições de ensino superior pequenas passa pela cooperação

redes de cooperação ensino superior
Luiz Curi: a partir da pandemia, redes vão crescer (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Pauta no Conselho

Luiz Curi, relator da comissão que estuda como apoiar e ajudar o desenvolvimento das redes de cooperação do ensino superior, diz que cabe ao Conselho Nacional de Educação (CNE) criar uma base regulatória para eliminar aquilo que hoje não se pode fazer ou que dificulta o crescimento das redes. “Essa é hoje uma demanda e interesse global da sociedade”, diz ele. O caminho é elaborar um parecer, que se transforma numa resolução e é encaminhada ao ministro da Educação. As atribuições do CNE, além de normativas e deliberativas, são de assessoramento ao ministro da Educação.

Não há prazo para terminar esse trabalho porque o CNE está ouvindo diversos segmentos da educação, para acentuar a relevância social das redes. Qual a principal consequência desse ato?

“Flexibilizar a atuação das instituições de ensino para que continuem seu papel social, gerando emprego e proporcionando educação de qualidade”, diz Luiz Curi.

Zelo por qualidade

Entre as atribuições do Conselho, Luiz Curi diz que é assegurar a participação da sociedade no aprimoramento da educação brasileira. E no caso das redes de cooperação, Curi diz que há uma gama enorme de especialistas sendo ouvido. “Não temos pressa, tem que sair uma resolução útil para a educação”.

Luiz Curi acha que a partir da pandemia as redes de cooperação devem se ampliar, porque foi nesse período que houve a quebra de alguns paradigmas. O Conselho tem as câmaras de educação básica e a superior, sendo que cabe ao plenário pleno a aprovação dos pareceres.

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